Um sábado normal
Hoje, é possível um sábado normal. Jornal lido sem pressa de olhar o relógio, um croissant a recordar a viagem recente a Paris, a primeira pós-pandemia e pré-guerra. Ontem, foi mais um dia de função, em que foi possível conjugar o antigo e o moderno. Acordo com o despertar do cão, dois pisos abaixo, quando a minha mãe saiu para a padaria e tabacaria dos jornais. Um copo de água quente em jejum e recomeço a doce tarefa de fazer um café fresco com leite. Sabe-me pela vida. Entretanto, o Zuky já corre desenfreado pelo jardim. Gostava de ter a mesma energia logo pela manhã e sair de bicicleta sem hora de regresso marcada. Não!! Preciso do meu tempo, dos meus momentos. Uma leitura em dia do jornal da cidade e evito ligar a televisão. Troco as voltas ao meu cão e fazemos o caminho de sempre mas de forma inversa, ele por ele, está sempre tudo bem. Só não quer que me esqueça dele quando vou à rua. Passámos pelo complexo de ténis, está com uma grande dinâmica. Parque automóvel cheio e crianças ...